Não sei se sou, não sei se algum dia soube. Mas cá estou eu, a procura de mim novamente. Que aspereza há em mim, que choque há entre minha busca e as palavras - palavras -.
Não esquecer, nem julgar, nem desistir, nem tentar. Que sou? Mal sei. Redundo, afim de algo que talvez satisfaça meu desconhecer.
Ah, sanidade! Que saudade de ti. Que saudade de sofrer contigo noites claras em sentimentos obscuros. Que saudade de mim. Que saudade de saber sentir, de não saber nada.
Falta sentir dizeres, falta em mim, nada mais que eu.
E que não me mal entenda, eu já não sou de explicâncias.
Eu Eu Eu
Fim.
Wednesday, November 28, 2007
Monday, November 12, 2007
Eu, óbice do meu.
Saltei de mim. Há tempos faltam-me palavras. Eu, que me fazia puramente de palavras, e mais palavras.
Não sei que me trouxe tal malogrado. Não sei se lapso, colapso, ou mesmo acaso.
Fora eu? Também não sei. Se fora, agora não mais, já que saltei lá longe, onde não sei qual é.
É. Inté, ego querido! - levantando o chapéu de palha no exato momento em que abaixava a cabeça. Um saudoso gesto de cumplicidade, e nada além-.
Não sei que me trouxe tal malogrado. Não sei se lapso, colapso, ou mesmo acaso.
Fora eu? Também não sei. Se fora, agora não mais, já que saltei lá longe, onde não sei qual é.
É. Inté, ego querido! - levantando o chapéu de palha no exato momento em que abaixava a cabeça. Um saudoso gesto de cumplicidade, e nada além-.
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