Wednesday, December 20, 2006

O que eu pretendo para o ano de 2007 (relativo a meu eu)

- Me abstinar quase que completamente dessa vida virtual;
- Estudar bastantinho, de verdade mesmo;
- Perder uns 10 kilos (ou mais);
- Decidir de vez o que quero da vida (a parte mais difícil);
- Costurar bastante, e se possível fazer algo que me reconheça por isto;
- Ficar mais tempo com meu namorado lindo, perfeito, maravilhoso;
- Alcançar uma certa independência (menti, essa sim é a parte mais difícil, rs);
- Conseguir um tempo maior pras minhas amigas;
- Ler muitos, muitos, muuuuuitos livros (literalmente, porque tô em falta);
- Conhecer mais da música;
- Me aprimorar em tudo aquilo que me faz bem.


Agora é pagar pra ver... rs
(O invísivel e depois enxergarrrr... ♫)


Amor, te amo demais meu anjo.
Inveja é foda, agente sabe... Mas fazer o que, né?
O dobro pra quem agiu assim.

Thursday, December 14, 2006

...

Cá estou, cá estamos, cá estive, caqui. Aqui, inutilmente aqui. Como se algo que fosse exposto aqui realmente pudesse mudar o mundo, - ou parte dele. Críticas construtivas se tornaram nada mais, nada menos que clichês medíocres e dispensáveis. E tudo o que posso ver, são nossas mãos, as mesmas mãos que um dia apontaram o "dedo do meio" para o Bush quando ele aparecera na tv, com aquela cara lambida de sei lá o que, de alguma forma (indireta ou não) contribuindo para tudo aquilo que não nos favorece.
Enfim... Há cansaço. Por todos os lados, desde que em mim. É, exaustivo...

É... Tchau.



Amor, eu te amo!

Friday, December 08, 2006

Título

Pois que o cotidiano mata, e vamos todos morrendo aos poucos. Ora, descobri que nada mais sou, senão meu próprio desistímulo. Mas aonde é que vou estar, daqui à um tempo, quando viver o meu tempo? E é aí que está: todos temos um tempo?

Só sei que não sei. Bem assim, plagiado.

Quando agora, nem com minha escrita eu mais me satisfaço.

E me pergunto: o que resta? Você. Então basta.






Chove, chuva. Chove...

Tuesday, December 05, 2006

O récuo necessitando ousadia

Negócio
ego
ócio
cio
o





"O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções."



Nhé.

Friday, November 24, 2006

Pressa: inimiga da perfeição?

Cada segundo corrido te cutuca como um passo mais próximo da morte, e o olhar em frente a tela, os dedos em contato com o teclado, e os segundos correndo, os passos. O que marca é o olhar que se desespera junto aos dedos rápidos sob cada quadrado, mas antes do olhar, tem aquela câmera que filma o olhar, a entrelinha da imagem.
Porque talvez uma escrita que possa ser a última em um momento desvairado de angústias, seja mais importante do que as unhas que talvez sequer serão vistas amanhã. Mas e se nada acontecer? Então as unhas vão estar mal feitas. Pois vou (re) fazê-las.



Cada pequena terra é um grande espaço, assim como cada célula é um pedaço de vida.


Antes que termine: eu te amo, Rodrigo Iribarne. Pegue meu pedaço de vida, e coloque dentro do seu.



ps: eu não sei até agora o porque desse texto, mas isso parece medonho.

Sunday, October 29, 2006

Aquelas mesmas velhas coisas

"- Atchiiiiiiiiiim!"
E a cada espirro que dava, aumentava o tédio...
Tudo o que havia vivido naquele mesmo dia até então, eram aglomerados de reflexões dolorosas e ao mesmo tempo, banais. Porque era banal. Se sentia banal. Como cada palavra que lhe era cortada ao meio, junto aos olhares que pareciam desviar de sua atenção. Assim, simples assim.
E de sentimentos se guiava, como o que acabara de ser escrito aqui. Como o que ainda está por vir a ser escrito. Mas não como você lê.
Nada do que dizia parecia ser fruto de algo verdadeiro; Nada do que fazia parecia ao seu alcance; Nada do que era jamais seria aceito. Mas continuava batalhando por um algo qualquer, um mísero "mísero", um sorriso, uma expressão de reconhecimento. Caminhava em cansaço, como se o entulho que lhe acusavam ser, estivessem sob suas costas.
"- Mas, afinal, quem é o verdadeiro entulho?" - perguntava, suspirando limites.
E já se corrigia. Pois não, não, não! De forma alguma perderiam a razão. Era mesmo um mero nada, um algo cansativo, uma carta-coringa...
E sabia, suspirando mais uma vez, que não seriam melhores as situações ali, naquele mesmo momento, sem sua presença. Decidira parar de pensar.







ps: Havia, nas entrelinhas de toda e qualquer rejeição, encontrado uma força suficiente que lhe desse o que ninguém jamais seria capacitado, não em tamanha intensidade. E decidiu que era exatamente daquele jeito que seguiria, constante, estavelmente feliz.
Aprendeu, contudo, a amar.
















E repete, inconscientemente consciente, para si, constantes vezes:
"- Apenas mais um ser humano." - culpando-se por sua ausência de culpa.

Tuesday, October 24, 2006

Estive pensando...

Sobre deixar de pensar. Mas isso ja me fez em mente um outro pensamento, que, conseqüentemente gerou outro, e este outro me fez pensar em mais umas trcentagens de coisas... Ora inúteis, ora não.
E me pergunto: Céus! Quando é que vamos deixar de ser egos ambulantes querendo fugir da obrigação de conquistar coisas distantes, distintas?



E isso me fez pensar mais algumas vezes.












ps: Não esquecer que é tempo de amores, de amar. De te amar.

Tuesday, October 17, 2006

....

Eu gostaria mesmo é de dizer tudo o que entulha meu eu agora, mas simplesmente ando tão farta do quase tudo, que o quase nada sequer tem me levado ao incômodo.






Apenas formas modificadas, alertas, seres, eu... Ela... Eu.
Aquela mesma. Aquela mesma mesmisse de sempre.

Monday, October 16, 2006

Mesclo

Insatisfeitos que somos! Insatisfeitos que são!
Sãos? Pois nada mais nos resta, senão o ser insano;
Como o insensato que invade, aleatori... Dane-se!
Dane-se os danos, os danos, os... Danos!
Deixem-se no chão, debruce, rasguem-no... Apedrejar.



"A pré-morte é como uma ânsia de desejos".
Esquisofrenar é algo completamente inaceito; ridicularizante.
E fingimos não entender o algo dito. E dizemos aceitar aquilo que não aceitamos.



Só seguem alguma espécie religiosa, aqueles que não habitam raízes artísticas dentro de si. (Supérfluo).




Quando o mundo para, e os olhos se fecham... E... Não precisa dizer.

Sunday, October 08, 2006

E então eu percebi...

... que para ter paz, eu precisaria colaborar com a paz alheia. E vi que para isso, eu nada mais precisava fazer, do que aprender aquilo que ninguém precisa me ensinar.




Está tudo tão bem. Está tudo tão... Você!

Friday, September 29, 2006

Desgaste

Nem sempre começar denovo vai ser recomeçar. Em qualquer circunstância, situação, há casos e casos, e mais casos, e... mais casos. Mas mudar a forma de pensar não significa mudar por completo, assim como agir diferente também não significa precisamente mudar as coisas para melhor. É aquela velha e longa história do "de tudo, um pouco". Meça doses, equilibre. -Desde que essas doses não sejam para piorar as coisas -.
As pessoas criticam o plágio, mas que seria delas sem ele? Mesmo as mais inócuas personalidades precisam se aflorar, e, a cópia do "já existente" vai interferir sempre na tentativa de ser diferente do que se é agora. Não digo o plágio xerocado, mas o preciso.
Ser é diferente de ser correto. Assim como o abacate é diferente do sorvete de creme, assim como... assim. O que mais me condenou a vida toda foi ter opinião própria, falar mais alto quando desse vontade, mandar palavras de baixo nível quando meu nervosismo subisse à cabeça.
Mas, afinal, o que é ser?
O que mais me condenou a vida toda, o que mais me condenou a vida toda foi existir.
















Obrigada por ser chão, força.. Obrigada por ser tudo de uma maneira tão completa.





Quero me gastar, quero arregaçar as mangas do pijama com olhos inchados de sono e me sentir totalmente insípida, inodora, incolor.


Monday, September 25, 2006

E até qual ponto chegaria a escrita?

Ela, que só me vem quanto arrancam um pedaço do coração; mas, que se não vem, me arranca um pedaço do coração também.
E o que fazer então? Sofrer?
Arrasto cedas brancas no chão, num sofrimento bonito: "Não, não me deixe!"... Estendo minhas mãos... E deparo minha face ao chão.
Chão escarrado, negro, sujo.
Vida escarrada, errada, inócua.
E... Chega. Não há inspiração. Não há sofrimento. Não há escrita alguma.


















Rodrigo, te amo. Vem logooooo!

Wednesday, September 13, 2006

Cadarço de tenis

É como encher lingüiça querendo chegar à qualquer tipo que seja de objetividade; Ou mesmo perder um post quilométrico por pura, digamos, burrice.




Estou sumindo, sumindo estou
Sumindo
Sumind
Sumin
Sumi
Sum
Su
S
2

.

























E meu grito... Meu grito já não tem mais voz.


ps: dada-lhe cavalinhos.
ps²: aula de literatura inspira.




Coração, obrigada por ser tudo na minha vida!
Sem você, eu não estaria aqui, agora.
Não me deixa... =~

Monday, September 04, 2006

Te amo tanto...















Em demasia, em demasia!






ps: eu deletei meu fotolog, sim.

Sunday, September 03, 2006

Um momento qualquer, um dia qualquer, e um sentimento único

As palavras parecem muitas, mas quando ensaio direcioná-las à você, parece que todas não passam de medíocres pedaços insignificantes. Tudo o que me pertencia nada mais era a não ser a incerteza, (incerteza incerta, incapaz, vácua, nula). E de incertezas me fazia. E de esperanças longe caminhava.
Buscava como o cão de caça, o pai sem filho, o animal arrombado de fome... Buscava. E sabia o que procurava, mas do que ninguém, e menos do que o suficiente.
E de repente me vi... Não no chão, não no alto. Em lugar algum. Me vi, apenas. Já não sabia distingüir sentimentos, mas consciente estava de que qualquer migalha de esperança que habitasse em mim fora levada a cabo. Coisa tal que não importava, uma vez que se tratasse de minha pessoa. Alcançara um estado em que, para mim, eu não passara de um mero... Nada. Como aquele que não atinge, nem incomoda; Não faz mal, não faz bem.. Enfim, passava despercebida como minha sombra que nunca sequer almejei um algo qualquer, - bom ou mal-.
Vejo agora, o quanto planeei sem que me desse conta, e confirmo recompensas. Tamanha premiada fui, que presenteada eu pertence hoje, em um só corpo, um só coração, a presença da ausência que sempre manteve seu vazio completo, vazio que se tornou inócuo.
Milhares de feridas já me doeram, (e pode ser que ainda se abram uma vez ou outra), mas hoje tenho recorrência, tenho seus braços.
Pois eu, que mau amada fui por tanto tempo, hoje, o maior bem que me resta é o amor.
E almejo-te, em maior quantia do que a de ontem, em menor quantia do que a de amanhã.
Meu orgulho, você; Meu feito, ser tua eternidade.

Monday, August 28, 2006

Utopiara, Naiaropia, Nostalgiara, Naiarastolgia...

Nada me sinto, a não ser um pedaço do vento; Pedaço do vento que não voa, não acompanha, não leva frescor, não traz... Vento que por sinal é leve, mas no meu caso, que pesa, como um entulho pendurado numa paisagem, ou uma cruz que se carrega nas costas para o alcance uma divindade qualquer.
Eu que já não me abria de tal forma, eu que já não me importava, eu que... Eu. Vulga carne fedorenta é mais apodrecida do que um suposto lar de urubus.
Me empantufo energéticamente por tamanha ausência de um eu melhor... "Ora, mas não foi a própria quem escreveu milhares sobre auto-aceitação?"... Pois foi. E isso... Bom, você já deve imaginar.
Pudera eu escolher entre o real e o utópico, pois que o mundo dos sonhos me acompanharia sem maiores questões; Pudera eu ser (apenas) incertamente repugnada, pudera eu ser incerta.
Nada mais, nada menos... Talvez um pouco (muito) pior.
Posso ser aquela mera nostalgia, e não passar disso; Ou talvez a ausência, ausência do que eu não fui, do que não fiz, do que nunca faria - talvez por medo, talvez não -... Aliás, no fundo, bem no fundo, acho que sou a ausência de mim. Percebi que já não me defendo com tamanha garra de antes se rebaixada, e que meu coração, de uma certa forma simplesmente apoia qualquer forma de desprezo direcionada à mim.
E tudo termina com eu me sentindo mais uma vez aquelas dolorosas lágrimas que minhas palavras não conseguem expressar.

Thursday, August 24, 2006

Regredir para progredir

É incrível, mas é fato: o complexo atrai. Não generalizado, já que as raízes disso surgiram da padronização. Padronização que é feita pra generalizar, organizar, ou qualquer coisa que o valha.
E que não omita, que não lute contra, apenas seja. Seja sendo, - também fato -, que mais fácil é aceitar e ir em frente, do que retrair e obedecer o computadorizado, senhor robozinho.
Mas que seríamos sem falhas/erros?
Mas que seremos sem tentar/arriscar?
O contra, está totalmente a favor; e a maior jogada da progressão, é a regressão.

E quando ao "padrão"? Opa, flash pra nossa preocupação expressa.
















Aiai... Postar me faz tão bem.

Monday, August 14, 2006

Quase isso...

Já ouvi algumas poucas vezes suficientes pra ficar aqui, dentro da cachola. Mas foi agora, bem agora que fez efeito suficiente pra me fazer vir , e aqui deixar o amontoado de coisas ruins acumuladas dentro de mim. Pois aí uma coisa válida, que tantas vezes ouvimos, e algumas delas acabamos até por obedecer, sem saber o porque. Enquanto outros, muitas vezes condenados à criticas absurdas só se deixam por fazê-lo quando realmente existe algo que faça sentido dentro de algum contexto qualquer.
É simplesmente surtante o homem, os homens, as mulheres, e, até mesmo, as crianças.
"Esqueça quando desejar;
Lembre quando precisar;
Não faça questão de nada, desde que você se torne independente ao próximo."
Já dizia ele em sua ironia diária... Querido ele, rejeitado ele.
Ele, meu eu. Que dizia, que diz, disse... Aquele que ninguém ouviu.

Eu que não vejo olhos para mim, senão o dos cegos;
Não ouço ouvidos absorvendo minha voz, senão o dos surdos;
Nunca houveram palavras destinadas à mim, senão a dos mudos.
E versos, e versos, e mais versos. Um acúmulo em demasia de simples palavras fortes, marcantes, bonitas...
Pois que me arrasto com minha trouxa de sabedoria, enquanto minhas costas doem, minhas narinas cantam socorro, e o que me acompanha agora, é um saudoso mal estar.
E pensar que existe gente bem pior que eu...
- Hei, me vê uma dúzia de aluci... Como é que se diz mesmo?



















Remédio que cura sem ser remédio. Efeito aluci.. (qualquer coisa que se encaixe aqui). Num mundo único, capaz... Uma pessoa única, capaz... Unicamente capaz de me tornar única e capaz.
(Meu Deus, como é que é? É. ♥)

Tuesday, August 08, 2006

Sobre o tempo...

O próprio tempo faz questão de se ausentar, fato. A cada segundo que passa caminhamos mais próximos a morte, sem sequer nos darmos conta, (até porque, se apegar a esse tipo de reflexão com certeza comprime danos, negativismo). Não é possível afirmar lucro ou prejuízo analisando tamanha complexidade, não de forma generalizada. Enquanto isso? Enquanto isso buscamos melhora, porque se ontem não, hoje o tempo é curto, e se hoje não, amanhã será.



Que julguem justo o tempo, pois justo o tempo é;
E julgo impiedoso, o vulgo, o tempo;
E julga afirmar, a morte, a vida;
E temo entristecer, estremecer, o coração;
E não há pena que mude o destino, o destino já traçado, que eu devo construir;
E que julgue minha mão, apunhale, apedreje;
E ignoro, pra logo após poder me servir da paz.
















Tenho pressa. xP
Não posso deixar a mão solta novamente, não antes de engolir algumas trocentagens de livros..
E então, lá vou eu.




Psiu? Casa comigo?

Wednesday, August 02, 2006

Amor próprio ou "ódio" próprio?

Um dos maiores conflitos que o ser humano encara diariamente, é a briga com seu próprio "eu". A busca pela perfeição vem sendo desejada desde que o homem é homem, sendo esta para fins estéticos ou não.
O que a sociedade prega como objetivo é alcançar a convivência em paz de um para com o outro, - mesmo, muitas vezes, colaborando para que isso não aconteça. Acordar e receber como "bom dia" uma bela e monstruosa espinha ao olhar no espelho logo de manhãzinha, pode acabar com a disposição de alguém, por exemplo.
A essência de uma vida social tranqüila está dentro de nós mesmos. Afinal, por que ao invés de buscarmos a aceitação alheia, não buscamos a auto-aceitação? É aí que está o segredo: muitos querem se encaixar num grupo e acabam deixando de lado a própria personalidade por pessoas que, muitas vezes, após um certo tempo o deixam de lado. (Sem contar o preconceito social, que causa um enorme bloqueio).
Pode parecer difícil lidar com alguém que pensa, age e se veste diferente de você, mas é necessário. Não que seja um dever gostar de todos, mas é obrigação respeitar a todos; da mesma forma que você nunca agradará o todo, porém esse lhe deve respeito.
Tentar se aceitar é uma forma de fazer as pazes consigo mesmo, e isso se reflete nas pessoas à sua volta. É fundamental nos cuidarmos, (tanto aparentemente quanto psicologicamente), mas dentro dos próprios limites, e sem depender da opinião do próximo, nem ficar formando opiniões pré-conceituosas diversas sobre ele. E por fim: "só vive bem com os outros, quem vive bem consigo mesmo".




Esse foi um texto que fiz pra escola. Resolvi colocar, porque fiquei orgulhosa de mim.
Valia 6,0, e eu tirei 8,0. Além disso ouvi o seguinte: "Seus textos estão muito acima da média", e um tempo depois fui chamada de dicionário ambulante.
(Mas particularmente achei o texto um cocôzinho.)


Amo você!

Monday, July 31, 2006

Postar ou não postar... Eis a questão! (Eis?)


Contraditório demais afirmar algo de caráter duvidoso, contraditório demais ser algo que amanhã mesmo você possa vir a não ser - não especificando evolução ou regressão -, contraditório demais viver. E talvez esteja aqui, aqui, ali... Talvez esteja. Contradição contradiz, (ou vai contra, ou contraria, senhor cabeça de mula sem cabeça), a "cabeça dura", também conhecida como orgulho. Acho que isso colabora imensamente no amadurecimento, evolução e experiência de vida de qualquer ser humano, uma vez que, sua intenção seja chegar o mais perto possível da perfeição. (E não adianta negar).
É, está confuso, está tudo muito confuso, o mundo me confunde... E as pessoas, as pessoas me assustam.




Todas, menos você. Efeito único, eterno.

Monday, July 24, 2006

Enquanto isso...

... o sujo continua falando do mal lavado.
tsc tsc... Imploro a mim mesma meu récuo, na tua efusão.

"Escarra a boca que te beija..."

Contraditórios, acabam por morrer afogados na solidão do próprio veneno.

A fusão dos sentidos, a ausência do sensato. Quando eu mesma sequer sei o objetivo de tamanho significado que tão pequena frase representa. Comando, comanda-me... Comandante!
Vóis que sois vítimas das feridas causadas por vocês mesmos, pois eu também. Ferida que não seca, e que arde, e que arde, e que... arde! E o mundo festeja festanças futebolísticas. E que se esborrache! E que cause polêmica!
E que gritem... Berrarei;
E que briguem... Ignoro;
E que finjam... Admito!

Me resta o velho vício de sonhar, e aplaudo. Pois se realidade não me cabe, que fujo sem pensar duas vezes para o ilusório, antes que o mundo me engula.
















E que me arraste pro teu mundo, meu mundo, e somente ele. Ele, meu amor!

Wednesday, July 19, 2006

esquadros

Não, não estou bem. Já posso sentir transitando o cheiro da volta às aulas em minhas narinas, e isso não me é bem vindo. Sem contar a quantidade de matérias acumuladas, porque eu, extremamente responsável, deixei com que as férias viessem antes do determinado, ficando de recuperação de quase todas as matérias (e sem entender a maior parte delas). Quando recordo meus últimos dias de dezembro, me preocupo mais ainda, pois recuperação final, com trocentos trabalhos pra se fazer, também não é nada agradável.
E aí meu pai me vem com uma história de uma tal viagem que ele vem prometendo desde mil novecentos e bolinhas. Destino: onde esteja calor. Concluo: tenho que estudar milhões, e os bonitões querendo ir pro bem bom na minha primeira semana de aula, pra um lugar que provavelmente irá detonar com minha saúde devido ao clima e ainda vou ficar uma semana sem mal falar com o Rodrigo. No mínimo deprimente, ou quase isso.
E é então que minha vontade de não me importar com nada continua apenas nos "achados e perdidos" da minha caixinha de, ahn, diríamos.. sonhos!

















E que seu "descanso", seja a paz. É, meu caro, missão cumprida!
(Talvez uma foto em preto e branco se encaixasse melhor a tamanha nostalgia que já vem visitar-nos, mas ele merece, sim, muita cor!)

amobebêmeu.


E, convenhamos, o último post não passou de matéria fecal.
(Nossa, quanta preocupação!)

Thursday, July 13, 2006

it´s only rock´n roll (seja lá como se escreve isso)

I will take you out tonight
to the famous midnight ball
there will be no one like
you in that fancy dancing hall

There's no need for special
dress or for some high
heel shoes you look
great the way you are
there will be no one like you


'cause you're my rock'n'roll
princess of rock'n'roll
rock'n'roll
princess of rock'n'roll
I will wait for the midnight bell
to follow you
and watch your step

Na, na, na, na, na
princess of rock'n'roll





i am doll eyes
doll mouth, doll legs
i am doll arms, big veins
doll bait
yeah, they really want you
they really want you, they really do
yeah, they really want you
they really want you, but i do too
i want to be the girl with the most cake
i love it so much it just turns to hate
i fake it so real, i am beyond fake
and someday, you will ache like i ache
someday, you will ache like i ache
i am doll parts
bad skin, doll heart
it's stands for knife
for the rest of my life
yeah, they really want you
they really want you, they really do
yeah, they really want you
they really want you, but i do too
i want to be the girl with the most cake
he only loves those things because he loves
to see them break
i fake it so real i am beyond fake
and someday, you will ache like i ache
someday, you will ache like i ache
someday, you will ache like i ache
someday, you will ache like i ache
someday, you will ache like i ache



Congratulations pro tal pai da rebeldia! =D
Seja ela rebelde como a sociedade considera nossos preciosos "punks" ou emotiva, como a sociedade tem "aplaudido" os nossos, - nossos? cóf cóf ..; *cahan* Ahn, bem, a tal nova "tribo", do tal emocore.


Condenando, acreditando, concordando, ou não, rock é cultura. Claro que isso foge do padrão quando vem à tona a superficialidade com qual tamanha polêmica é tratada hoje em dia. Atualmente, esse estilo de vida se tornou uma espécie de refúgio adolescente, onde a tal "busca pela identidade" faz com que a maioria das pessoas, quando participa do caminho rumo ao amadurecimento, opta por este.
Roupas pretas, correntes, caixas de som "arrebentadas" são apenas algumas das características marcantes do mais velho novo revolucionário da atual modernidade.
E é aí que se afirma o que por muito tempo foi apenas pergunta: "Elvis não morreu."





Tsc tsc.. E isso não deixou de ser uma brincadeira narcisista, (narcisismo NÃO É nazismo, jumentice alheia), parecida com aquelas reportagens idiotas.
like i care.. rs.


Beijo pro meu punk lindo e perfeito e maravilhoso e tudo de bom.


ps: é gostoso mas tem dona!

Tuesday, July 11, 2006

E eu continuo a implorar...

... um dia de no mínimo vinte horas ativas.
É compelxo demais fundir tantas informações em cerca de, no máximo, oito horas consecutivas. Até porque, o denominado "pegar no tranco" demora um bom tempinho pra vir à tona. Sem contar o tempo gasto com internet, que tende a me preocupar cada dia mais. Isso só serve para pifar neurônios, céus!
Me alivia pensar que as tardes de segunda-feira não serão mais desperdiçadas com algo que não vai me trazer nada de posivito. (Oquei, fui radical, me traz você, que é TUDO de positivo.)
Sem contar o tal "regime", que vai de mal a pior. Meu estômago esguela uma migalha de qualquer energia que seja, e meu cerébro colabora com tamanha tortura. As drogas, de "droga" só tem nome, porque francamente, me fizeram um belo serviço de apoio.
Acho que até hoje, em quase um mês de férias, não fiquei sequer uma tarde toda deitada vendo filmes, e mais filmes, e mais filmes... E eu confesso, era um dos meus maiores objetivos.
Nada está fora de controle, muito pelo contrário, as coisas vão bem e eu agradeço por isso. Apenas procurei uma faísca de pedra no meu all star para que você lesse, meu lindão.
Flagro o impossível, digo, o que deveria ser impossível: uma pizza de quatro queijos em mente, o organismo continua a gritar, e eu me culpo por ser a pessoa mais alérgica do planeta. Dói mais ainda quando me lembro que dentro daquela geladeira, que fica bem ali, na cozinha, que está bem próxima de mim há uns três pacotes embalados de queijos de-li-ci-o-sos.
Ah, queridos, melhor eu ir parando por aqui. Postar também está me dando fome.

Sunday, July 09, 2006

no meio termo

É simples/completamente absurdo o fato de termos de viver sem saber de onde viemos, para onde vamos, e, em principal, o porque de estarmos. Mas estranho ainda tentar fugir de filosofias religiosas e encarar o tudo como uma espécie de "nada" - ou quase isso. Numa dessas me decidi por agnóstica. Mas e fora disso? E aqui, dentro, agora, no instante presente; O que conta? O que REALMENTE te faz pagar por algum erro? Uma oração feita de um modo qualquer com palavras prontas vindas diretamente da bíblia?
Em meio a loucura de tentar achar uma resposta qualquer que seja, eu peço férias de mim. Conflito com meu eu é algo para o qual eu não pretendo me virar, e aceitação... Ah, eu quero que se exploda!
O cansaço do cansaço é suficientemente afiado para estourar com meus limites.
















Contraste que me faz esquecer quem eu sou, (breve, mas faz).




Bora fugir, gatão?

Thursday, July 06, 2006

like i care...

Vivo no exato presente, aquele momento em que você se quer deixar fluir... E acaba conseguindo. Claro que nada disso chega à cem por cento do concreto, mas isso, bom, isso não importa. E talvez, talvez eu esteja me sentindo bem, - a paranóia toma conta de tudo, à ponto de você não identificar seu próprio estado emocional.
Mas sabe, gosto de momentos confusos. E por quê? Porque felizes podem acabar te derrubando num mar de paranóias, afinal, você está feliz e não tem nenhuma tristeza a ser curada. E se está triste, - ou se fica triste por causa de tanta felicidade -, aí sim, você tem com que se preocupar: um estado emocional querendo alcançar outro. Todos os dois são bem mais úteis do que qualquer felicidadezinha barata, que, convenhamos, às vezes estressa. Digo, felicidade padrão. E talvez também seja esse o maior erro das pessoas para com elas mesmas: tentar alcançar a felicidade padrão, e não a própria felicidade.
Tudo isso me soa como algo muito mesquinho. E você pode achar extremamente tosco da minha parte, ou não, ou até mesmo não ter uma opinião formada sobre. O foco está em descobrir como o nosso senhor Fulano da Silva, digo, você, se sentiria melhor... É claro meu querido, a tendência SEMPRE é melhorar. Mentira. Nesse caso depende do que é "melhorar", e o que é "piorar" para você. Oh, mas é claro que você pode ter seu próprio vocabulário, e, caso opte por usá-lo com palavras já existentes, aí muda de nome e denomina-se "opinião própria". Bonito, não?! Repita comigo "o-pi-ni-ão pró-pri-a".
E olha, nunca pensei sobre o contrário, confesso, mas ela com certeza compõe a base de algo que o leva ao caminho mais próximo da "sua felicidade". Felicidade padrão, é infelicidade geral.


E agora me deêm licença, mas vou namorar um pouco.

Monday, July 03, 2006

...

É, sei lá... Nada pra dizer.
Mas to feliz... Em breve vocês terão novidades.
^^

E que se foda o mundo.
















Deve habitar dentro de mim um outro ser realmente muito estranho. Ou tudo isso faz parte do meu sarcasmo. Ah, to com preguiça. Preciso de um dia que tenha no mínimo vinte horas ativas, aí sim me organizo como pretendo há séculos.
É só.

Te amo mais que tudo, gostosão!

Tuesday, June 27, 2006

Quem inventou o amor?

a.mor
(ô), s. m. 1. Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. 2. Forte inclinação, de caráter sexual, por pessoa de outro sexo. 3. Afeição, grande amizade. 4. Objeto dessa afeição. 5. Benevolência. 6. Caridade. 7. Coisa ou pessoa bonita, preciosa. 8. Filos. Tendência da alma para se apegar aos objetos. S. m. pl. 1. Namoro. 2. O objeto amado.
  • Seria, alguém qualquer que fosse, capaz de inventar um sentimento?
Existem muitas formas de descrições, que talvez possam sim chegar ao "pé da letra", mas nada disso seria capaz de fazer com que alguém que desconhecesse tal significado dentro de si, se conscientizasse deste apenas com tamanha superficialidade classificatória.
Há também diversas maneiras possíveis de sentir, e acho que ninguém jamais chegou ao leito da morte sem que o tivesse expressado.
Não há polêmica mais neutra que se conheça nos dias de hoje. E, por mais que já tenham tentado rejeitá-lo, (fatores antigos), ele sempre foi o maior meio de revolução. Revolução que digo, não sangüinária, sem sofrimento físico torturoso.
É de extrema complexidade achar palavras que possam fazer algum significado realmente parecido com o que seja o amor. Eu o conheço, bem de perto, e tenho a honra de dizer que ele já me acompanha há um certo tempo. (Hmm.. quase um ano, diria).
Esse sentimento chegou até mim em forma de um coração, uma pessoa. Acho que na maior parte das vezes, com a maior parte das pessoas é assim também, mas eu, posso afirmar com toda a certeza que a intensidade nos acompanha com muita, muita força.
Enfim, acho que tentar colocar aqui um sentimento, seria impossível. Porém, acho que no mínimo conseguirei fazer com que pessoas que tenham alguém tão especial como o meu alguém é para mim entendam, através do seu sentimento.


















Obrigada por fazer meus dias cada vez mais completos;
Obrigada por dizer "eu te amo" sempre que eu preciso;
Obrigada por toda a sua paciência, todo seu carinho para comigo;
Obrigada, antes e acima de qualquer coisa, por existir, e por me deixar fazer parte da sua vida.


















Por mais que eu não alcance através de palavras explicar teu efeito em mim, ele sempre vai estar exposto no meu sorriso, meu sorriso que é você.

Te amo. Mais que qualquer coisa nessa vida.
Obrigada, por tudo, mais uma vez.



















E, por fim, casa comigo?
=)

Sunday, June 25, 2006

Uma questão de momento

Aqui. É, aqui. Bem aqui. Não sei se quero estar, mas estou, - não me resta mais o querer, não agora-. (Agora que digo tardio, por sinal). É que minhas entranhas estão entopidas com a ausência, alias, com a presença, pois bem: com a ausência da ausência. Me encontro agora, numa noite morta, ao som da natureza, onde a única presença humana é aquela presença ausente. Sim, presença ausente. Presença que marca muito maior presença do que presença presente. Fato bizarro que me conforta: a melodia da minissérie que nunca assisti, e que nem sei se há alguém naquela casa assistindo. Não interessa saber. Fútil, fui fútil. Me pego errando estupidamente aquelas regras gramaticais que tanto valorizo. Desespero. Sinto minhas letras trêmulas, as frases vão ficando vazias, é como se o tempo que posso comigo estivesse se esgotando. O coração grita. Grita um grito tão alto, que ninguém ouve, ninguém vê. Grita para que não vão dormir, para que volte a tocar a melodia daquela minissérie que tanto me agrada sem que eu tenha sequer olhos críticos direcionados à ela. Grita. Grito... Passou. Passei. E ninguém notou... Mas uma vez. E não me importa mais.



















Compensaria pensar que, de toda sua vida, 99% fizessem parte de apenas "questões de momento"?
É, talvez sim.




E o tempo todo, o que realmente importa é estar com você. Porque te abandonar, seria abandonar a mim mesma.



ps: o texto é antigo.

Saturday, June 24, 2006

Inúteis, agente somos inúteis... (Somos?)

*cahan*
E como "inúteis" que somos, aqui estou.
E como sempre, eu não tenho muito a dizer de princípio, afinal.. afinal?
Enfim, meu ânimo para fotolog.com já havia avançado espaço afora, então, cá estou eu, sem peso na consciência por postar algo quilométrico, e sem me importar com quantidade de comentários também.
Acabo de ter a leve sensação de não ter feito essa "coisa" aqui em um dia de muita inspiração.
Oquei, oquei. Até mais!







Te amo mais do que qualquer coisa!