Sunday, October 29, 2006

Aquelas mesmas velhas coisas

"- Atchiiiiiiiiiim!"
E a cada espirro que dava, aumentava o tédio...
Tudo o que havia vivido naquele mesmo dia até então, eram aglomerados de reflexões dolorosas e ao mesmo tempo, banais. Porque era banal. Se sentia banal. Como cada palavra que lhe era cortada ao meio, junto aos olhares que pareciam desviar de sua atenção. Assim, simples assim.
E de sentimentos se guiava, como o que acabara de ser escrito aqui. Como o que ainda está por vir a ser escrito. Mas não como você lê.
Nada do que dizia parecia ser fruto de algo verdadeiro; Nada do que fazia parecia ao seu alcance; Nada do que era jamais seria aceito. Mas continuava batalhando por um algo qualquer, um mísero "mísero", um sorriso, uma expressão de reconhecimento. Caminhava em cansaço, como se o entulho que lhe acusavam ser, estivessem sob suas costas.
"- Mas, afinal, quem é o verdadeiro entulho?" - perguntava, suspirando limites.
E já se corrigia. Pois não, não, não! De forma alguma perderiam a razão. Era mesmo um mero nada, um algo cansativo, uma carta-coringa...
E sabia, suspirando mais uma vez, que não seriam melhores as situações ali, naquele mesmo momento, sem sua presença. Decidira parar de pensar.







ps: Havia, nas entrelinhas de toda e qualquer rejeição, encontrado uma força suficiente que lhe desse o que ninguém jamais seria capacitado, não em tamanha intensidade. E decidiu que era exatamente daquele jeito que seguiria, constante, estavelmente feliz.
Aprendeu, contudo, a amar.
















E repete, inconscientemente consciente, para si, constantes vezes:
"- Apenas mais um ser humano." - culpando-se por sua ausência de culpa.

Tuesday, October 24, 2006

Estive pensando...

Sobre deixar de pensar. Mas isso ja me fez em mente um outro pensamento, que, conseqüentemente gerou outro, e este outro me fez pensar em mais umas trcentagens de coisas... Ora inúteis, ora não.
E me pergunto: Céus! Quando é que vamos deixar de ser egos ambulantes querendo fugir da obrigação de conquistar coisas distantes, distintas?



E isso me fez pensar mais algumas vezes.












ps: Não esquecer que é tempo de amores, de amar. De te amar.

Tuesday, October 17, 2006

....

Eu gostaria mesmo é de dizer tudo o que entulha meu eu agora, mas simplesmente ando tão farta do quase tudo, que o quase nada sequer tem me levado ao incômodo.






Apenas formas modificadas, alertas, seres, eu... Ela... Eu.
Aquela mesma. Aquela mesma mesmisse de sempre.

Monday, October 16, 2006

Mesclo

Insatisfeitos que somos! Insatisfeitos que são!
Sãos? Pois nada mais nos resta, senão o ser insano;
Como o insensato que invade, aleatori... Dane-se!
Dane-se os danos, os danos, os... Danos!
Deixem-se no chão, debruce, rasguem-no... Apedrejar.



"A pré-morte é como uma ânsia de desejos".
Esquisofrenar é algo completamente inaceito; ridicularizante.
E fingimos não entender o algo dito. E dizemos aceitar aquilo que não aceitamos.



Só seguem alguma espécie religiosa, aqueles que não habitam raízes artísticas dentro de si. (Supérfluo).




Quando o mundo para, e os olhos se fecham... E... Não precisa dizer.

Sunday, October 08, 2006

E então eu percebi...

... que para ter paz, eu precisaria colaborar com a paz alheia. E vi que para isso, eu nada mais precisava fazer, do que aprender aquilo que ninguém precisa me ensinar.




Está tudo tão bem. Está tudo tão... Você!