Tuesday, June 27, 2006

Quem inventou o amor?

a.mor
(ô), s. m. 1. Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. 2. Forte inclinação, de caráter sexual, por pessoa de outro sexo. 3. Afeição, grande amizade. 4. Objeto dessa afeição. 5. Benevolência. 6. Caridade. 7. Coisa ou pessoa bonita, preciosa. 8. Filos. Tendência da alma para se apegar aos objetos. S. m. pl. 1. Namoro. 2. O objeto amado.
  • Seria, alguém qualquer que fosse, capaz de inventar um sentimento?
Existem muitas formas de descrições, que talvez possam sim chegar ao "pé da letra", mas nada disso seria capaz de fazer com que alguém que desconhecesse tal significado dentro de si, se conscientizasse deste apenas com tamanha superficialidade classificatória.
Há também diversas maneiras possíveis de sentir, e acho que ninguém jamais chegou ao leito da morte sem que o tivesse expressado.
Não há polêmica mais neutra que se conheça nos dias de hoje. E, por mais que já tenham tentado rejeitá-lo, (fatores antigos), ele sempre foi o maior meio de revolução. Revolução que digo, não sangüinária, sem sofrimento físico torturoso.
É de extrema complexidade achar palavras que possam fazer algum significado realmente parecido com o que seja o amor. Eu o conheço, bem de perto, e tenho a honra de dizer que ele já me acompanha há um certo tempo. (Hmm.. quase um ano, diria).
Esse sentimento chegou até mim em forma de um coração, uma pessoa. Acho que na maior parte das vezes, com a maior parte das pessoas é assim também, mas eu, posso afirmar com toda a certeza que a intensidade nos acompanha com muita, muita força.
Enfim, acho que tentar colocar aqui um sentimento, seria impossível. Porém, acho que no mínimo conseguirei fazer com que pessoas que tenham alguém tão especial como o meu alguém é para mim entendam, através do seu sentimento.


















Obrigada por fazer meus dias cada vez mais completos;
Obrigada por dizer "eu te amo" sempre que eu preciso;
Obrigada por toda a sua paciência, todo seu carinho para comigo;
Obrigada, antes e acima de qualquer coisa, por existir, e por me deixar fazer parte da sua vida.


















Por mais que eu não alcance através de palavras explicar teu efeito em mim, ele sempre vai estar exposto no meu sorriso, meu sorriso que é você.

Te amo. Mais que qualquer coisa nessa vida.
Obrigada, por tudo, mais uma vez.



















E, por fim, casa comigo?
=)

Sunday, June 25, 2006

Uma questão de momento

Aqui. É, aqui. Bem aqui. Não sei se quero estar, mas estou, - não me resta mais o querer, não agora-. (Agora que digo tardio, por sinal). É que minhas entranhas estão entopidas com a ausência, alias, com a presença, pois bem: com a ausência da ausência. Me encontro agora, numa noite morta, ao som da natureza, onde a única presença humana é aquela presença ausente. Sim, presença ausente. Presença que marca muito maior presença do que presença presente. Fato bizarro que me conforta: a melodia da minissérie que nunca assisti, e que nem sei se há alguém naquela casa assistindo. Não interessa saber. Fútil, fui fútil. Me pego errando estupidamente aquelas regras gramaticais que tanto valorizo. Desespero. Sinto minhas letras trêmulas, as frases vão ficando vazias, é como se o tempo que posso comigo estivesse se esgotando. O coração grita. Grita um grito tão alto, que ninguém ouve, ninguém vê. Grita para que não vão dormir, para que volte a tocar a melodia daquela minissérie que tanto me agrada sem que eu tenha sequer olhos críticos direcionados à ela. Grita. Grito... Passou. Passei. E ninguém notou... Mas uma vez. E não me importa mais.



















Compensaria pensar que, de toda sua vida, 99% fizessem parte de apenas "questões de momento"?
É, talvez sim.




E o tempo todo, o que realmente importa é estar com você. Porque te abandonar, seria abandonar a mim mesma.



ps: o texto é antigo.

Saturday, June 24, 2006

Inúteis, agente somos inúteis... (Somos?)

*cahan*
E como "inúteis" que somos, aqui estou.
E como sempre, eu não tenho muito a dizer de princípio, afinal.. afinal?
Enfim, meu ânimo para fotolog.com já havia avançado espaço afora, então, cá estou eu, sem peso na consciência por postar algo quilométrico, e sem me importar com quantidade de comentários também.
Acabo de ter a leve sensação de não ter feito essa "coisa" aqui em um dia de muita inspiração.
Oquei, oquei. Até mais!







Te amo mais do que qualquer coisa!