Friday, September 29, 2006

Desgaste

Nem sempre começar denovo vai ser recomeçar. Em qualquer circunstância, situação, há casos e casos, e mais casos, e... mais casos. Mas mudar a forma de pensar não significa mudar por completo, assim como agir diferente também não significa precisamente mudar as coisas para melhor. É aquela velha e longa história do "de tudo, um pouco". Meça doses, equilibre. -Desde que essas doses não sejam para piorar as coisas -.
As pessoas criticam o plágio, mas que seria delas sem ele? Mesmo as mais inócuas personalidades precisam se aflorar, e, a cópia do "já existente" vai interferir sempre na tentativa de ser diferente do que se é agora. Não digo o plágio xerocado, mas o preciso.
Ser é diferente de ser correto. Assim como o abacate é diferente do sorvete de creme, assim como... assim. O que mais me condenou a vida toda foi ter opinião própria, falar mais alto quando desse vontade, mandar palavras de baixo nível quando meu nervosismo subisse à cabeça.
Mas, afinal, o que é ser?
O que mais me condenou a vida toda, o que mais me condenou a vida toda foi existir.
















Obrigada por ser chão, força.. Obrigada por ser tudo de uma maneira tão completa.





Quero me gastar, quero arregaçar as mangas do pijama com olhos inchados de sono e me sentir totalmente insípida, inodora, incolor.


Monday, September 25, 2006

E até qual ponto chegaria a escrita?

Ela, que só me vem quanto arrancam um pedaço do coração; mas, que se não vem, me arranca um pedaço do coração também.
E o que fazer então? Sofrer?
Arrasto cedas brancas no chão, num sofrimento bonito: "Não, não me deixe!"... Estendo minhas mãos... E deparo minha face ao chão.
Chão escarrado, negro, sujo.
Vida escarrada, errada, inócua.
E... Chega. Não há inspiração. Não há sofrimento. Não há escrita alguma.


















Rodrigo, te amo. Vem logooooo!

Wednesday, September 13, 2006

Cadarço de tenis

É como encher lingüiça querendo chegar à qualquer tipo que seja de objetividade; Ou mesmo perder um post quilométrico por pura, digamos, burrice.




Estou sumindo, sumindo estou
Sumindo
Sumind
Sumin
Sumi
Sum
Su
S
2

.

























E meu grito... Meu grito já não tem mais voz.


ps: dada-lhe cavalinhos.
ps²: aula de literatura inspira.




Coração, obrigada por ser tudo na minha vida!
Sem você, eu não estaria aqui, agora.
Não me deixa... =~

Monday, September 04, 2006

Te amo tanto...















Em demasia, em demasia!






ps: eu deletei meu fotolog, sim.

Sunday, September 03, 2006

Um momento qualquer, um dia qualquer, e um sentimento único

As palavras parecem muitas, mas quando ensaio direcioná-las à você, parece que todas não passam de medíocres pedaços insignificantes. Tudo o que me pertencia nada mais era a não ser a incerteza, (incerteza incerta, incapaz, vácua, nula). E de incertezas me fazia. E de esperanças longe caminhava.
Buscava como o cão de caça, o pai sem filho, o animal arrombado de fome... Buscava. E sabia o que procurava, mas do que ninguém, e menos do que o suficiente.
E de repente me vi... Não no chão, não no alto. Em lugar algum. Me vi, apenas. Já não sabia distingüir sentimentos, mas consciente estava de que qualquer migalha de esperança que habitasse em mim fora levada a cabo. Coisa tal que não importava, uma vez que se tratasse de minha pessoa. Alcançara um estado em que, para mim, eu não passara de um mero... Nada. Como aquele que não atinge, nem incomoda; Não faz mal, não faz bem.. Enfim, passava despercebida como minha sombra que nunca sequer almejei um algo qualquer, - bom ou mal-.
Vejo agora, o quanto planeei sem que me desse conta, e confirmo recompensas. Tamanha premiada fui, que presenteada eu pertence hoje, em um só corpo, um só coração, a presença da ausência que sempre manteve seu vazio completo, vazio que se tornou inócuo.
Milhares de feridas já me doeram, (e pode ser que ainda se abram uma vez ou outra), mas hoje tenho recorrência, tenho seus braços.
Pois eu, que mau amada fui por tanto tempo, hoje, o maior bem que me resta é o amor.
E almejo-te, em maior quantia do que a de ontem, em menor quantia do que a de amanhã.
Meu orgulho, você; Meu feito, ser tua eternidade.